Bruna Marquezine recebeu conselhos preciosos de um de seus maiores ídolos na atuação: Wagner Moura, indicado ao Oscar por seu papel no filme “O Agente Secreto”. Em entrevista à revista Vogue, a atriz destacou o apoio do artista no momento em que iniciou sua transição para a carreira internacional.
“O Wagner Moura me ajudou em um momento muito difícil da minha carreira, quando eu estava fazendo muitos testes lá fora e comecei a questionar se eu realmente tinha vocação para ser atriz”, desabafou Bruna.
Para Bruna, foi essencial perceber que um ator da grandeza de Wagner também vive dilemas. “É um privilégio enorme receber conselhos do seu ídolo e ver que ele passa pelas mesmas coisas que você. Ele me disse que eu podia chorar, que eu podia ficar triste, mas que eu já era grande demais para duvidar de mim dessa forma.”
Wagner já havia revelado que recebeu dicas de Bruna sobre um outro ramo do qual ela entende muito bem: eventos de moda. A jovem veterana explicou tudo para o ator antes de sua ida para uma apresentação da Chanel.
Outro ator veterano teve papel fundamental no início da carreira de Bruna: Tony Ramos, com quem contracenou na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003. Também à revista Vogue, Neide Maia, mãe da atriz, destaca que o ator ajudou no processo de fazer a pequena ter uma vida o mais perto possível da normalidade.
“Ela passou a ser abordada na rua, batiam no nosso portão para fazer foto, mas meu objetivo sempre foi fazer com que a vida dela fora do set fosse a mais normal e pé no chão possível. Em ‘Mulheres Apaixonadas’, lembro que Tony Ramos foi essencial para essa dinâmica, os dois adoravam contar piadas um para o outro e, mesmo depois de cenas tensas de muito choro, o clima era leve.”
Neide lembra, com orgulho, da cena em que Salete reage à morte da mãe, atingida por uma bala perdida durante um confronto. “Essa cena foi quando percebemos a grandiosidade da personagem e o momento de virada na carreira da Bruna”, derrete-se.
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